Diabetes Mellitus Tipo 2: Diagnóstico e Tratamento!

Após você ser diagnosticado com Diabetes Mellitus Tipo 2, é difícil fazer mudanças de estilo de vida instantâneas e eficientes. Você vai aprender excelentes dicas para lidar com esse diagnóstico. Confira.

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Diabetes Mellitus Tipo 2

Se você tem Diabetes Mellitus tipo 2, pode ser que você tenha descoberto depois de ter uma complicação grave, como um ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou um coma diabético. Cerca de um quarto dos pacientes com diabetes nem sequer sabem que eles estão com a doença. 1)5 Things You Should Do After a Type 2 Diabetes Diagnosis

Talvez você tenha experimentado sintomas como visão borrada ou sede excessiva, ou simplesmente descobrir a partir de um exame de sangue de rotina durante um check-up.

No entanto, agora, você está com o diagnóstico de Diabetes Mellitus Tipo 2 e é difícil fazer mudanças de estilo de vida de forma instantânea. A maioria dos pacientes precisam pensar muito, conversar com os especialistas e até aprender a usar uma série de medicamentos.

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Mudanças Necessárias para Lidar com o Diabetes Mellitus Tipo 2

Diabetes Mellitus Tipo 2

Diabetes Mellitus Tipo 2

Não deixe o passado te assombrar. A Diabetes Mellitus Tipo 2 é parcialmente genética; Muitas pessoas têm memórias de infância de avós ou outros parentes com diabetes que morreram após amputações, cegueira, ataques cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais. Muita coisa mudou nos últimos anos. As gerações anteriores não maneiras para fazer exames de sangue em casa, tinham pouca ou nenhuma opção de medicação, e nenhum conhecimento sobre os benefícios da dieta e exercício. Hoje, você tem ferramentas para controlar o diabetes só podiam sonhar.

Não vá muito rápido! Moderação e coerência são cruciais para o Diabetes Mellitus Tipo 2. Você vai aprender a comer em horários consistentes, limitar suas calorias totais, e reduzir a quantidade de carboidratos ao longo do dia. Até mesmo as necessidades de exercício a serem incluídas em sua rotina, porque o exercício pode reduzir o açúcar no sangue também.

“As pessoas que têm fortes (e radicais) mudanças e oscilações em sua dieta ou oscilações em seu nível que a atividade na verdade faz com que seja mais difícil de gerir a diabetes“, diz William Bornstein, MD, um endocrinologista da Clínica Emory, em Atlanta.

Não se martirize: É natural perguntar-se: – “O que eu fiz?” A parte importante é ir além do sofrimento do diagnóstico. Você podia sentir-se mal ou culpado, mas quanto mais rápido você passar para “O que posso fazer sobre isso?”, melhor.

“Você acha que a culpa é sua, que você fez algo errado”, diz Antônio dos Anjos, 54 anos, de Teófilo Otoni, MG. “Talvez você deveria ter perdido aqueles quilinhos extra que você estava carregando. Mas seria realmente que iriam fazer uma grande diferença ? Ou a perda de peso teria apenas atrasado o aparecimento da Diabetes?

Não entre em pânico. Muitas pessoas ficam horrorizados quando ouvirem as palavras diabetes. Isso poderia ser a devido à ideia de usar agulhas de insulina, espetando o dedo para testar o açúcar no sangue, ou nunca comer um pedaço de bolo novamente. Há uma série de mitos flutuando sobre Diabetes Mellitus Tipo 2 (como você nunca pode comer bolo). Converse com seu médico e com seu nutricionista e até mesmo com outras pessoas com diabetes para ajudar a aprender como comer adequadamente, se a insulina dói, ou o quão difícil é furar o seu próprio dedo. A maioria das pessoas acham que essas coisas não são tão ruins quanto o esperado.

Não seja muito rígido sobre opções de tratamento. Você pode sentir que você nunca quer tomar a medicação oral ou insulina. Ou você pode pensar que você nunca poderia controlar a diabetes com dieta e exercício. A Associação Americana de Diabetes recomenda que aos pacientes inicialmente tratar o diabetes 2 com mudanças de estilo de vida (dieta melhorada, mais exercício e perda de peso) e a metformina como medicação oral.

O que funciona melhor dependerá de suas circunstâncias individuais. Glicose nas nuvens? Você pode ter que tomar insulina antes de tentar controlar o açúcar no sangue com dieta e exercício. A coisa mais importante é fazer o que for preciso para reduzir o açúcar no sangue a níveis seguros com dieta, exercício e medicação, se necessário e possíve, de modo que você possa começar a reduzir o seu risco de complicações imediatamente.

Precisarei de Insulina?

Se você precisar de insulina no início, pode ser que você não precisa dela permanentemente.

“A insulina é uma ferramenta importante para o controle do Diabetes Mellitus Tipo 2. Pode ser usado no momento do diagnóstico e, em seguida, à medida que os níveis de glicose melhorarem, ela pode ser substituída por comprimidos.”, diz Katie Weinger do Joslin Diabetes Center, em Boston.

Posso controlar minha diabetes mellitus somente com dieta?

No geral, 15% das pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 2 não irão tomar qualquer medicação (controle de açúcar no sangue com dieta e exercício), e 57% tomam apenas medicamentos orais, sem drogas injetáveis como a insulina.

Dezesseis por cento das pessoas com Diabetes Mellitus tipo 2 tomam um único tipo de insulina, e 12% usam uma combinação de insulina e medicação oral.

Confira Produtos:

 

Como e até mesmo reverter a Diabetes Mellitus tipo 2?

Na visita de rotina a um médico, há dois anos, o Comerciário Paulo Tenório, agora com 37, recebeu a notícia de que diversos outros pacientes recebem: Diabetes.

“Fiquei arrasado”, diz ele. “Eu estava com vergonha de contar a alguém.” 2)How to Avoid—and Even Reverse—Diabetes

Como a maioria das pessoas que sofrem de diabetes, Paulo Tenório estava muito acima do peso, ela pesava 150 quilos. Seu médico lhe prescreveu medicamentos para ajudar a controlar o seu açúcar no sangue, e disse-lhe:

“Você só precisa perder algum peso.”

O médico sugeriu que ele procurasse um profissional de educação física e um nutricionista.

“Eu estava tentando perder peso por conta própria, sem chegar a lugar nenhum.”

Ele procurou ajuda, recebeu saladas de baixa caloria e shakes, reuniu-se semanalmente com com nutricionistas que lhe ensinaram como montar refeições saudáveis, e participou de grupos de apoio regulares.

O plano funcionou e ele perdeu 40 kg e já não precisa de mais remédios para controlar a glicose do sangue. Sua pressão ficou normalizada. Nos seus últimos exames, já observou que não estava mais com diabetes – sendo assim: FOI CURADO por seus próprios esforços.

“No meu último exame, meu médico me disse que, basicamente, que eu não estava mais diabética”, Com 50 kg mais leve, ele exclama que achava que não seria possível.

“Eu não sabia que era possível.”

 

O fim da diabetes? A cura da Diabetes Mellitus Tipo 2!

Você leu certo! Paulo Tenório reverteu sua diabetes. E, a maioria das pessoas com diabetes poderia fazer o mesmo.

“Nós temos o tratamento de diabetes por 40 anos, adicionando mais e mais medicamentos, sem grandes melhorias”, Osama Hamdy, MD, PhD, Diretor do Programa Clínico da Obesidade no Joslin Diabetes Center, em Boston.

“Mas se você agir cedo, manter-se longe da obesidade e sobrepeso e manter um estilo de vida saudável, você pode colocar a doença em remissão para sempre.”

Não é nenhum segredo de que o excesso de peso e diabetes andam de mãos dadas, devido ao forte impacto que têm sobre os níveis de açúcar no sangue. Há até mesmo um termo médico para esta aliança insalubre: “Diabesidade”. Raramente haverá um perfeito controle da Diabetes (ou a Cura da Diabetes) sem que a Obesidade e os Níveis de Açúcar no sangue sejam atacados conjuntamente.

O quê choca, muitas vezes, é que grande parte dos médicos iniciam o tratamento para diabetes com medicações e mais medicações. Apesar de todos saberem que a Perda de Peso (via dieta e exercícios físicos) são a pedra fundamental do tratamento, há uma ansiedade pelo início da medicação.

O custo de uma cura da Diabetes!

Se a eliminação da Obesidade e sobrepeso podem curar a Diabetes, por quê não damos (todos nós) mais atenção às mudanças no estilo de vida para reverter a diabetes? Pelo fato de todos sabermos que a perda de peso é uma tarefa difícil, muitos médicos e pacientes se rendem à redução da glicemia promovida pela medicação e até a insulina para o controle da Diabetes no longo prazo.

Uma outra razão importante é o custo. Os pacientes precisam frequentar um consultório médico e de um especialista por um período maior de tempo e isso pode ficar mais dispendioso. Entretanto, trata-se de um investimento em saúde que vale a pena.

Planos de Emagrecimento e Cura da Diabetes!

Nos Estados Unidos, há planos de tratamento da diabetes que oferecem Alimentação balanceada e pronta para as necessidades dos pacientes, com apoio telefônico e visitas regulares aos consultórios. Os custos da Diabetes são enormes – não somete pelo tratamento, mas também pelo risco das complicações a longo prazo.

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Apenas 15% dos pacientes precisam de Insulina!

Se você só descobriu que tinha diabetes Mellitus tipo 2, sua primeira reação pode ser “Oh não, não de insulina!” Mas como dissemos nos parágrafos acima, pouco mais de 15% dos pacientes utilizam insulina. A maioria dos pacientes, ou controlam com dieta ou com medicamentos de uso oral. 3)One Type 2 Diabetes Patient Feared Insulin, but Didn’t Need It

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A maioria diabéticos tipo 2 não utilizar a insulina

No entanto, as pessoas com diabetes Mellitus Tipo 2 geralmente produzem algum nível de sua própria insulina, pelo menos no momento do diagnóstico. É a resistência à insulina, que é o problema. A insulina normalmente transporta a glicose da corrente sanguínea para os músculos. Quando o corpo perde a sensibilidade à insulina, e quando não for possível transportar a glicose do sangue para os órgãos de forma eficiente, os níveis de açúcar no sangue sobem.

Diferente da Diabetes Mellitus Tipo 2 – é na Diabetes Mellitus Tipo 1 que a maioria dos pacientes utilizam insulina – pois o Tipo 1 é uma doença auto-imune menos comum que normalmente é diagnosticada na infância, que precisam de injeções de insulina para sobreviver.

Exercício e Dieta: As melhores Drogas para Diabetes!

Um dieta saudável (que irá ajudar a reduzir o açúcar no sangue) e exercício e atividade física (que reduz a resistência à insulina) são as “drogas” de escolha para muitas pessoas com diabetes Mellitus tipo 2. Na verdade:

  • 15% dos adultos com diabetes Mellitus tipo 2 não tomar qualquer medicação;
  • 57% tomam apenas medicamentos orais só;
  • 16% irão tomar insulina em dose única; e
  • 12% tomam a insulina e medicamentos orais.

Dieta e exercício pode funcionar no início.

A Associação Americana de Diabetes recomenda que os pacientes inicialmente devam tratar a sua diabetes Mellitus tipo 2 com mudanças de estilo de vida (dieta melhorada, mais exercício e perda de peso) e com a Metformina – uma droga para uso oral, contra a diabetes.

Perder 5% a 7% do seu peso corporal pode melhorar consideravelmente seus níveis de glicose no sangue. Para muitas pessoas, isso significa perder tão pouco quanto 3kg a 5kg.

No entanto, nem sempre é fácil. Se você quiser tentar uma dieta e exercício e/ou se seu médico sugeriu que você fizesse essas mudanças, você deverá ser reavaliado em alguns meses para sentir o quê essa abordagem está conseguindo fazer com seus níveis de açúcar no sangue – caso contrário, precisará usar a medicação oral.

Uma abordagem muito promissora é cortar da sua dieta – DEFINITIVAMENTE – açúcar (de qualquer tipo) e FARINHAS BRANCAS (trigo, aveia, centeio, farinha de trigo, farinha de mandioca e farinha de milho), além de Batata inglesa – que é um alimento muito comum (e amado) no Brasil. Esses alimentos tendem a elevar o açúcar no sangue mais do que alimentos ricos em fibras.

A família que não coopera!

Um dos fatos mais importantes no tratamento da diabetes Mellitus Tipo 2 (e da Tipo 1, também) é o apoio que os familiares precisam dar ao paciente diabético. Durante a consulta médica, eu gosto de muito que os familiares participem das consulta para que entendam as necessidades do paciente (um familiar) e possam todos juntos promoverem as mudanças necessárias.

Já vi casos e mais casos de Esposos que não abrem mão do ARROZ BRANCO durante o almoço e de comer macarrão, frequentemente. Que não deixa de levar guloseimas para casa como sobremesa… ou até mesmo, oferecê-las para a esposa que tem Diabetes Mellitus Tipo 2 como um mimo, uma cortesia, um gesto de amor.

A participação de toda a família é fundamental para um melhor controle da glicemia. Muitas vezes, os familiares também estão com sobrepeso ou obesos e ainda não desenvolveram a doença.

A prática de Atividades Físicas no Diabetes Mellitus Tipo 2

Habitualmente, a família dos diabéticos é sedentária e participam juntos de programas de televisão e idas aos cinemas para comerem pipocas juntos… tudo isso com dois litros de refrigerante sobre a mesa.

Elas não fazem exercícios e costumam andar pouco ou quase nada. Utilizam o veículo para qualquer deslocamento de pequena distância. Depois de um diagnóstico de diabetes, mudanças no estilo de vida são extremamente necessárias.

Adquira uma bicicleta e vá para o trabalho com ela. Utilize um esteira ergométrica e utilize-a com frequência. Você é o responsável pela sua saúde.

Às vezes, a medicação é necessária, logo no início!

Apesar dos benefícios do exercício e da atividade física, há pacientes que precisam utilizar medicamentos já no início do tratamento. Alguns chegam ao consultório com glicemia de 350mg/dL ou mais. Nessa situação, é importante iniciar o tratamento medicamentoso e, posteriormente, ajustar a dose ou retirar medicação, caso o paciente aceite uma dieta e estilo de vida que sejam eficientes, bem como limitando os tipos e quantidades de carboidratos que ela come – utilizando apenas aqueles bons carboidratos.

No entanto, se a dieta e o exercício não reduzirem o açúcar no sangue, você pode precisar de medicação (a metformina é geralmente a primeira escolha). Se as mudanças de estilo de vida e metformina não ajudá-lo a manter o açúcar no sangue sob controle, o seu médico vai querer aumentar os seus esforços com medicamentos orais adicionais ou possivelmente insulina (em uma fase mais tardia).

 

Como está sua Diabetes Mellitus ? Controlada?

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References   [ + ]

Author: Dr. Leonardo Alves

Médico, Cardiologista que entende que a internet pode e deve ser uma fonte inesgotável de informações para os pacientes. CRMMG: 33.669 - Trabalha na Clínica Cardiovasc, em Teófilo Otoni, MG

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